O buraco na camada de ozônio sobre a Antártida foi avistado mais cedo neste ano do que de costume -no fim do inverno-, de acordo com a Organização Meteorológica Mundial. O buraco deve continuar crescendo até outubro, quando será possível dizer se ele está maior do que no ano passado, quando atingiu seu recorde. Especialistas estimam que a camada não deve se recuperar antes de 2065.
(Fonte: Ecopress)
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
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